COMENTÁRIOS (EM ACTUALIZAÇÃO)
- Infelizmente, trata-se de um ataque inusitado deste governo a várias entidades que trabalham no campo da economia social e voluntariado. Eu colaboro há 4 anos com o Serviço Jesuíta aos Refugiados, que acaba de fechar 2 centros de acolhimento, sendo que um deles foi inaugurado há menos de 2 anos. Uma tristeza e revolta muito grandes!
- Já usei muito os seus serviços de aconselhamento e acompanhamento
- Só com a participação da economia social e solidária poderemos promover a coesão social e combater a pobreza. Somos um parceiro decisivo na intervenção do estado.
- Concordo integralmente com esta carta peço ao nosso Presidente e ao nosso governo que estejam atentos e não cortem subsídios a quem trabalha bem e age para o bem comum da comunidade e do país
- É muito preocupante e um exemplo grave do estado das políticas públicas deste País, especialmente para o sector social.
- É imperativo e urgente inverter estas decisões
- Lamentável
- A Cases tem sido um pilar fundamental no apoio a outras instituições civis sem as quais a nossa sociedade não funciona. O Estado não pode continuar a extinguir estas organizações que o complementam onde não consegue chegar.
- O Estado enquanto garante de deveres, liberdades e garantias não pode abstrair-se das suas responsabilidades. A saída da CASES, é apenas e só um reflexo de visão que não é estratégica para o bem estar e desenvolvimento dos cidadãos, da sociedade e do país. Reflete pensamento e práticas de gestão de curto prazo, que não se adequam ao papel estrutural que lhe é consignado pela Constituição da República Portuguesa.
- A Economia Social e, em especial, o setor cooperativo têm dado um contributo fundamental para o desenvolvimento do país, sobretudo nas regiões mais distantes dos centros de decisão e, tantas vezes, esquecidas. Bem como dando respostas de proximidade a problemas das populações e, muitas vezes, em simultâneo, em termos de emprego, a muitos profissionais que, por várias razões, já não têm oportunidades no mercado de trabalho. Por esse motivo, não podemos aceitar que, por razões de racionalidade, sejam tomadas decisões sem auscultar este setor e respeitar a sua voz que representa dezenas de milhares de portugueses. Convém relembrar que o setor cooperativo foi o traço distintivo da social democracia , cujos valores foram reconhecidos e validados com a sua introdução na Constituição da República como um setor que complementa o público e o privado e prima pela solidariedade na atenuação das desigualdades.
- Por favor revoguem esta decisão
- A CASES é para as Cooperativas, seus associados e dirigentes, para os estudiosos e para os cidadãos em geral um instituição indispensável e com um importante papel formativo
- Envio com muito gosto esta carta
- É uma vergonha o Estado ir retirar o seu apoio a uma Cooperativa com mais de 40 anos. Esta direita não quer economia social.
- As atividades de promoção do desenvolvimento local são fundamentais à democracia e ao empreendedorismo/empresarialidade em equidade. Importa olhar o que está próximo nas oportunidades e na responsabilidade social das pessoas e organizações
- Um ataque ao cooperativismo é mais uma forma de ataque à participação dos cidadãos. O governo não faz nem quer deixar fazer.
- Que conste a minha oposição.
- Unidos na defesa do cooperativismo e economia social
- Devemos lutar pelo fortalecimento do sector cooperativo. O apoio do Estado é essecial em termos financeiros e como sinal de apoio político.
- Sou trabalhador da CASES e o que nos estão a fazer é um a profunda e tremenda falta de respeito e humanismo. Deixar-nos sem informação e com os níveis de stress e ansiedade no máximo revela não só a ausência total de sensibilidade e empatia para com os trabalhadores bem como, parece-me, um profundo desconhecimento do papel e importância da CASES não só neste setor bem como em outras áreas em que atua. Agradeço a iniciativa e a partilha desta preocupação que não é só nossa enquanto trabalhadores da CASES mas também de milhares de pessoas que serão afetadas por esta decisão que considero totalmente irresponsável, especialmente da forma como está a ser conduzida.
- Subscrevo o pedido de manutenção do Estado na Cooperativa António Sérgio para a Economia Social.
- A falta de proteção social é o fim de qualquer País.
- Assino sem hesitar.
- É uma medida ideológica bem reacionária que contraria a Proposta de Economia do Papa Francisco
- Abuso do poder. Uma vergonha
- Bem hajam pela elaboração da carta. Não temos conhecimentos técnicos suficientes para avaliar o caminho que o governo deve tomar, más achamos importante incluir uma proposta especifica de ação: "Demandamos que o estado/ministério..."
- O estado social está mau, agora com a retirada da CASES do estado é a machadada final. Lamentável
- Extinguir a CASES é um crime!!
- Sendo de suma importância da CASES no âmbito social e económico, peço de imediato a suspensão deste processo e maior transparência dos motivos que caracteriza está decisão.
- O apoio social é primordial.
- Como cooperativista apoio a iniciativa.
- Em nome da Youth Coop, temos vindo a acompanhar a situação e damos apoio.
- É imprescindível o apoio da CASES, em termos técnicos e jurídicos para o funcionamento das cooperativas em Portugal
- 50 anos depois da criação do Inscoop, na sequência lógica do cumprimento da Constituição da República que previu um sector cooperativo, é muito difícil aceitar a extinção da Cases, sucessora do Inscoop, já que não se divisam razões de fundo para tal.
- Inacreditável…
- Fui sócio e membro dos órgãos sociais de uma cooperativa cultural sem fins lucrativos que teve sempre uma experiência muito positiva da CASES pelos apoios técnicos recebidos.
- A retirada do Estado da CASES coloca em risco todo o seu papel, que hoje continua a ser fundamental para a Economia Social do país, para a qualidade de vida de milhares de pessoas e mais especificamente para o cooperativismo.
- É inadmissível esta posição do Estado, face ao imenso contributo prestado pela Economia Social durante longos anos.
- É lamentável quererem retirar o apoio a uma organização tão importante que melhora a sociedade de forma muito visível e concreta.
- Contra a extinção das organizações sociais
- Sou um claro defensor das cooperativas e assim da CASES
- Subscrevo esta carta aberta por ter a convicção do valor e impacto da CASES, por favor reconsiderem esta decisão
- Não estraguem o trabalho que está a ser feito há tanto tempo
- É necessária uma resposta urgente à prepotência do governo
- Por em risco o trabalho que a Cases tem estado a desenvolver nos últimos 15 anos não faz sentido algum por favor reconsiderem
- A Cases presta um bom serviço e é essencial para a sociedade e podem comprovar pelos últimos 15 anos de trabalho e esforço.
- A CASES é uma entidade primordial para manter o setor cooperativo, apoiando, verificando pressupostos, garantindo transparência
- Lamentável, mas é o esperado do estado e da falta de Estado a que chegamos.
- Descentralização!
- É importante ter em consideração os danos causados pela retirada da CASES irá afectar negativamente o papel fundamental da mesma para a Economia Social do país, para a qualidade de vida de milhares de pessoas e mais especificamente para o cooperativismo. Não esquecendo o facto de colocar em risco a posicão profissional de imensos trabalhadores.
- É importante ter em consideração do papel fundamental da CASES nomeadamente na produção de conhecimento sobre o setor da Economia Social, na gestão de programas de financiamento para a constituição e modernização de cooperativas, na formação de entidades da Economia Social, no apoio jurídico especializado no âmbito cooperativo, na promoção do voluntariado e na preservação do legado de António Sérgio. Para além de colocar em perigo a posição de imensos trabalhadores portugueses.
- Sem palavras para tanta falta de bom senso e tanto desrespeito pela pessoa humana
- A retirada do Estado da CASES representa um erro estratégico grave, que fragiliza a Economia Social e o cooperativismo em Portugal. A CASES tem um papel insubstituível na produção de conhecimento, no apoio técnico e jurídico, na gestão de instrumentos de financiamento e na articulação entre o Estado e o setor. Reduzir esta missão a uma lógica meramente administrativa ou assistencial ignora a transversalidade e o contributo económico, social e territorial da Economia Social. A manutenção da participação do Estado na CASES é essencial para cumprir a Constituição e a Lei de Bases da Economia Social.
- Se o Estado sai e se perde a natureza jurídica de "régie cooperativa" há que encontrar a forma mais adequada de poder prosseguir com a mesma eficiência e missão de sempre.
- A cooperativa deve continuar dada a importância que tem para a comunidade local
- É importante para o País a manutenção desta Instituição
- A CASES é imprescindível para o desenvolvimento da economia social do país, mantém vivos os valores do humanismo, da cultura, da cooperação, da liberdade e da democracia.
- Esta subscrição é em nome da Plataforma Portuguesa das ONGD e não a título individual.
- O Estado não deve abandonar a CASES
- Retroceder no suporte e enquadramento a Instituições que garantem a equidade, a tensão reivindicativa de direitos humanos fundamentais e a promoção e ensaio de formas de remover barreiras e construir pontes é um erro, um erro que pode desvitalizar o tecido social ao desmobilizar atores sociais comprometidos com o bem comum
- Contra o fecho da CASES
- Lamentável
- O Estado tem obrigações a que nunca deverá virar as costas.
- É cada vez mais importante promover, gerir e fortalecer a Economia Social e o Cooperativismo.
- Não é aceitável que o estado se omita das suas responsabilidades.
- Manifesto o meu desacordo com esta decisão, por considerar que a retirada do Estado da CASES fragiliza seriamente a Economia Social e o cooperativismo em Portugal.
- Uma atitude absolutamente incompreensível, injustificável, vergonhosa e medíocre que desqualifica a suposta integridade, sentido de humanidade, compromisso com um pacto social do estado português! A ser verdade, atesta a menoridade dos nossos governantes.
- Quem precisa de apoio sabe ser apoiado.
- Não se compreende a atitude do estado neste recuo.
- Sem a CASES, quem passará a emitir as declarações de conformidade legal indispensáveis ao funcionamento e financiamento da cooperativas?
- Juntos a resistir contra esta ameaça de extinção de um sector que dá pão a muitas famílias.
- Completamente a favor da suspensão imediata do processo de retirada da CASES
- Lamentamos que o governo subestime uma instituição muito útil ao cooperativismo e acção social. A nossa amargura. Quais as alternativas?
- Subscrevemos
- Vamos revitalizar a Economia Social
- Obrigada por esta mobilização. Se realizarem outro tipo de iniciativa, avisem.
- Há que valorizar quem trabalha na cultura e em preservar o património cultural português.
- A CASES é uma respeita e reconhecida instituição que pugna pelos valores da cultura, da cooperação, da liberdade e da democracia.
- Contra a decisão do estado, com essa mente Portugal vai perder economia.... Os serviços da Cases precisamos.
- Sempre que a ignorância tenta silenciar a Constelação de Esperanças, renasce a Economia Social.
- Contra a fechar esse setor. É importante para economia do pais.
- Muito obrigado pela iniciativa.
- Assino por entender que a presença do Estado na CASES é fundamental para garantir diálogo institucional, estabilidade e valorização do cooperativismo e da economia social nos territórios.
- Será que o Governo quer ignorar a importância do Cooperativismo e do conjunto da Economia Social no nosso país!?
- Tema muitíssimo importância e de enorme valor para a construção da equidade social em Portugal!
- As coisas boas devem ser acarinhadas!
- Manter a Associação!
- É inexplicável o que o estado está a fazer
- O apoio legal, institucional e formativo da CASES ao setor cooperativo, designadamente, na área da cultura é essencial e indispensável, e verificado no percurso de quarenta anos desta cooperativa. O apoio do Estado deve ser reforçado, não retirado.
- Estou complemente contra. Mais uma vez verificamos, que em vez de melhorar, o Estado sai fora.
- A CASES não pode encerrar e deixar os trabalhadores no desemprego. Todos eles desempenham um papel fundamental, principalmente no que respeita ao voluntariado!
- A retirada do Estado desta importante Instituição do sector cooperativo representa mais um retrocesso no processo de consolidação da democracia.
- Subscrevemos a Carta Aberta
- A economia social representa não só atividades económicas mas principalmente uma perspetiva humana, solidária e ambiental na abordagem à construção de um futuro para TODOS!!
- Será uma perda institucional irreparável no atual contexto
- Perante esta tentativa de silenciamento do sector cooperativo é necessária a união e uma resposta adequada das organizações cooperativas nacionais e regionais que se revejam no código cooperativo
- Subscrevo a carta aberta
- A CASES tem sido um apoio precioso para o sucesso desta organização.
- Se não houver sector social neste país (Associações, Cooperativas, IPSS, Casas do Povo, etc etc etc), este país está perdido. Reconheçam e valorizem todas estas iniciativas e trabalho que é realizado diariamente em tantos locais do país! Abram os olhos!
- A retirada de apoio é um atentado ao estado social
- Reconheço papel fulcral que a CASES tem tido na sociedade portuguesa e na formação e apoio a Cooperativas. Cada vez precisamos mais delas e do apoio desta organiação. Não pode ficar em risco de existência ou desaparecimento.
- Se já tem sido difícil o reconhecimento da economia social, a partir desta decisão ficamos ainda mais enfraquecidos.
- As cooperativas devem ser estimuladas aos empreendimentos colectivos, como forma de participação cívica à resolução dos problemas da sociedade. O estrangulamento destas não pode ser tolerado, a luz dos princípios democráticos.
- Somos contra a saida do Estado da CASES
- A promoção da economia social nunca será classificável como desperdício.
- Inaceitável a falta de diálogo
- Há palavras difíceis de digerir neste mundo ultraliberal e "economia social" é uma delas.
- A retirada do Estado da CASES põe em risco todo o seu papel, que hoje continua a ser fundamental para a Economia Social do país, para a qualidade de vida de milhares de pessoas e mais especificamente para o Cooperativismo.
- Contra a extinção
- A CASES entre muitas outras coisas, foi um apoio fundamental no nosso programa de voluntariado
- A Cooperativa dos Olivicultores de Fátima, CRL subscreve inteiramente o contudo desta carta aberta.
- Comungo com os valores e argumentos apresentados pela CASES.
- Está em causa a sustentabilidade do sector económico e social que agrega todo os sectores da economia, primário, secundário, terciário, privado, público de consequências abissais e é transversal a toda a sociedade Civil e relevante e indispensável na área Agrícola na organização, defesa, mobilização rural e segurança social. O Governo não está a pensar bem.
- Haja humanidade nas decisões do Executivo em funções
- O Estado português deve continuar a apoiar a Economia Social e manter-se como cooperador na CASES.
- Subscrevo a carta aberta
- A CASES é fundamental para a Economia Social do Pais
- A CASES é uma organização fundamental. Têm muito por onde cortar "desperdício".
- Que seja reconsiderado de imediato a situação, e manter a CASES, enquanto organismo público isento, que credencia as cooperativas para a apresentação de candidaturas e projetos diversos.
- Considero a CASES uma entidade fundamental para o setor da Economia Social em Portugal. É pertinente a sua continuidade.
- O Estado não pode descartar-se das suas obrigações.
- Estas CASES fazem muita falta aos miúdos e adultos com deficiência. São muito importantes nas aprendizagens deles.
- Consideramos que a saída do estado desta Cooperativa, (CASES) será um retrocesso no cooperativismo, desvalorizando um setor importante na vida social e económica do país.
- A CERCIOEIRAS – Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos com Incapacidade de Oeiras associa-se integralmente às preocupações expressas neste abaixo-assinado, manifestando a sua total solidariedade com a CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social e com todas as entidades da Economia Social que veem nesta decisão um sério retrocesso para o setor.
Enquanto cooperativa com mais de cinco décadas de intervenção no domínio da inclusão, da deficiência e da promoção da qualidade de vida, a CERCIOEIRAS reconhece o papel absolutamente estruturante que a CASES tem desempenhado a nível nacional no fortalecimento da Economia Social e do cooperativismo, quer através da produção de conhecimento, da capacitação técnica e jurídica das organizações, da gestão de instrumentos de apoio e financiamento, quer na valorização do voluntariado e na afirmação do setor como parceiro estratégico do Estado.
A retirada do Estado da CASES representa não apenas um enfraquecimento institucional, mas também uma quebra simbólica e política na cooperação entre o poder público e as organizações da Economia Social, colocando em risco um modelo de governação partilhada que tem sido determinante para o desenvolvimento territorial, a coesão social e a resposta a problemas sociais complexos que o Estado, por si só, não consegue resolver.
Para organizações como a CERCIOEIRAS, cuja ação se desenvolve nas áreas da proteção e ação social, educação, emprego, cidadania ativa e desenvolvimento local, a existência de uma entidade como a CASES é essencial para garantir enquadramento estratégico, reconhecimento público, estabilidade e capacidade de inovação do setor. A sua eventual extinção ou descaracterização terá impactos negativos diretos e indiretos em milhares de pessoas, famílias e comunidades em todo o país.
Por estas razões, a CERCIOEIRAS considera fundamental a suspensão imediata deste processo e a abertura de um diálogo sério e participado com o setor da Economia Social, salvaguardando o papel da CASES enquanto instrumento público-cooperativo essencial à concretização dos princípios constitucionais e da Lei de Bases da Economia Social. - Lamentável
- Precisamos que o Estado cumpra as suas obrigações e não aligeire as suas responsabilidades
- Muito importante. Não podemos permitir que isso possa acontecer.
- Espero bem que o Estado entenda que entidades como cooperativas desempenham funções de Estado também, mobilizando economias, questões sociais e de ecologia interna e natural. Temos cada vez mais que trabalhar juntos e tornar movimentos sociais de cidadãos aquilo que realmente os representa. Espero que reconsiderem seriamente esta decisão!
- O cooperativismo é uma peça fundamental do regime democrático, enquanto entidade promotora e reguladora do setor da economia social.
Acabar ou enfraquecer a CASES é enfraquecer a democracia e a coesão social. - Preservar o legado de quem dignamente viveu é um prodígio.
- É o estado a querer "meter a mão no estado social". Com a direita a governar... não estranho.
- O Estado deve assegurar os compromissos assumidos e não defraudar as (boas) expectativas dos (neste caso) cooperadores.
- Horror sem fim. Parabéns pela iniciativa.
- Conquistas de anos a perderem-se em segundos.
- O Estado tem um papel preponderante na persecução das funções sociais. A parceria com CASES é assunção do seu compromisso.
- A CNAD - Cooperativa Nacional de Apoio a Deficiente envia o nosso apoio ao que a CASES vir que é útil.
- Considero a decisão do governo uma ataque determinado à economia social, com impacto negativo muito significativo na capacidade deste segmento da sociedade continuar a pugnar pelo bem-estar global dos cidadãos.
- Uma instituição que ajuda muitas outras pessoas.
- A CASES tem ajudado bastante a nossa cooperativa a nível organizacional e de formação
- Concordo com o teor e as preocupações consideradas na carta aberta. Esta medida do governo é uma desvalorização do papel da economia social e do fomento da participação associativa dos cidadãos.
- O cooperativismo é uma pedra angular na democracia e em muitos setores de atividade.
- Apoio total à posição da CASES sustentada nesta Carta Aberta.
- A CASES é essencial para Portugal!
- Achamos a decisão do governo inaceitável. A cases tem sido uma entidade de apoio fundamental para demais entidades do setor social.
- Subscrevo integralmente esta posição, por considerar que a retirada do Estado da CASES representa um grave retrocesso na promoção e no fortalecimento da Economia Social e do cooperativismo em Portugal. A CASES tem desempenhado um papel insubstituível na articulação entre o Estado e as organizações da economia social, na produção de conhecimento, no apoio técnico e jurídico e na promoção da coesão social e do desenvolvimento territorial. A sua fragilização coloca em causa não apenas uma instituição, mas todo um setor fundamental para a democracia, a justiça social e a qualidade de vida de milhares de pessoas.
- Uma medida sem sentido.
- Subscrevo a carta enviada sobre Retirada do Estado da CASES
